Dos seis "nanicos", quatro não registraram nenhuma doação ou despesa na prestação de contas parcial realizada no dia 3 de agosto. Os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que apenas Plínio e Fidelix arrecadaram e, ainda assim, o grosso foi de recursos próprios. Dos R$ 35.040 arrecadados pelo candidato do PSOL, R$ 33 mil vieram do próprio bolso. No caso de Fidelix, mil reais foram doados pelo próprio candidato.
O dado curioso é que enquanto o teto de campanha dos "nanicos" fica em geral abaixo de R$ 1 milhão, Fidelix estipulou um máximo de R$ 10 milhões. Em outras palavras, de cada 100 reais ele pode arrecadar legalmente, ele conseguiu apenas 1 centavo, e ainda assim porque ele próprio doou para a sua campanha. O candidato José Maria Eymael foi além e estimou um teto mais alto ainda: R$ 25 milhões, apesar de sua arrecadação ter sido nula até o momento.
Os pequenos partidos praticamente descartam a possibilidade de conseguir contribuições pela internet. Alegam que a lei é muito complicada. Os mais radicais pretendem fazer a campanha apenas com a arrecadação de dinheiro de militantes e simpatizantes.
- O PSTU não aceita doação de empresas. A arrecadação é feita com a contribuição dos próprios militantes, com jantares, ações entre amigos para arrecadar R$ 300 mil . Isso vai permitir um giro pequeno pelo país - afirma o candidato José Maria de Almeida , que pela terceira vez disputa uma eleição presidencial.
Informações O Globo

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